Anvisa aprova uso emergencial de 4,8 milhões de doses da Coronavac

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Nesta sexta-feira, 22 de janeiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o novo pedido de uso emergencial da CoronaVac. A votação começou às 15h e foi avaliado a liberação de um lote com 4,8 milhões de vacina, que serão produzidas no Instituto Butantan.

Para a aprovação deste lote, foi necessário o aval de três dos cinco diretores da Anvisa. Como desta vez a vacina foi produzida no Brasil, o processo é diferente da aprovação do domingo, 17 de janeiro, na qual o órgão aprovou o uso emergencial dos lotes que foram exportados, conta a Pais&Filhos.

“Reforço o meu compromisso com os prazos e com a cientificidade”, reforça Gustavo Mendes Lima Santos, Gerente-Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos. Ao votar pela aprovação, a diretora Meiruze Freitas disse: “Os benefícios superam os riscos”.

As duas áreas técnicas presentes na deliberação, a gerência-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos e a coordenação de Inspeção e Fiscalização de Insumos Farmacêuticos, também se manifestaram pela aprovação.

O que muda no segundo lote?

No último domingo (17), a Anvisa aprovou o uso emergencial da vacina, que já está em aplicação em todos os estados do Brasil, mas a permissão era só para as doses importadas prontas da China.

Outra diferença é a embalagem. O Instituto Butantan pediu a aprovação da vacina em frascos-ampola multidose — que contêm dez doses num mesmo recipiente. No outro requerimento, as doses já vinham fracionadas.

Por isso, o produto deve ser utilizado até oito horas depois de aberto. “

É uma preocupação, porque se essas dez doses não forem utilizadas nessas oito horas, não conseguimos garantir a integridade e pureza da vacina”, disse o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da agência, Gustavo Mendes.

Os aspectos avaliados para aprovação foram: inspeção visual e acondicionamento, resumo dos resultados dos testes de controle e processo, descrição dos lotes e liberação em um formato tabular comparativo de, pelo menos, três lotes consecutivos fabricados em escala comercial do produto terminado pré e pós-alteração, entre outros.

A medida que os estudos e relatórios foram surgindo, a Anvisa pediu que o Instituto Butantan compartilhe essas informações e que os resultados fora das especificações sejam avisados imediatamente.

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