Assinado por Shonda Rhimes, ‘Bridgerton’ é romance cheio de diversidade

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O que explica a atenção que “Bridgerton”  tem recebido? A série estreou em pleno Natal, na Netflix, e tem se mantido entre as mais vistas em todo o mundo nesses primeiros dias de 2021. O drama sedutor, assinado pela produtora Shonda Rhimes (“Grey’s Anatomy”) é baseado na saga romântica de Julia Quinn.

“‘Bridgerton’ é uma série romântica, controversa e afiada sobre a atemporalidade das longas amizades, as famílias que encontram seu lugar na sociedade e a busca por um amor que supera tudo. Mas não é apenas uma série de época: tem sexo e ironia, enquadrados em uma produção exuberante, que resulta em um produto original, atual, surpreendente e viciante, ao melhor estilo de Shonda Rhimes”, afirma a atriz britânica Phoebe Dynevor, que interpreta a protagonista Daphne.

Ao longo de oito episódios, a série quebra diversos estereótipos, preconceitos e temas tabus como sexo, masturbação, relações humanas e o papel da mulher dentro de uma história romântica. Daphne e Simon Basset, o duque de Hastings (interpretado pelo britânico Regé-Jean Page) são o centro dessa história que tem dado o que falar por suas cenas eróticas, carregadas de ódio e amor. Também fica para trás o preconceito racial em histórias de época. Shonda acrescentou seu toque de diversidade. O protagonista é negro, assim como a rainha Charlotte (Golda Rosheuval) e muitas damas da alta sociedade, algo que gerou elogios à produção.

Assim como o romance publicado em 2000, “O Duque e Eu”, a primeira temporada da série é centrada na relação entre Simon e Daphne, que desmistificam a ideia romântica de casamento. Simon inventa que não pode ter filhos, porque é incapaz de dizer à parceira que, na verdade, não quer ser pai.

Você esperava esse sucesso?
Cresci com os dramas de época que, além de tudo, eu adoro. Ver a reação das pessoas diante da história é lisonjeiro, porque significa que gostaram de nosso trabalho. Ler comentários e saber a resposta emocional do público provocam várias reflexões. Vamos ver o que a série reserva.

Como se sentiu nas cenas mais ousadas?
Tive uma grande química com Regé (Simon). Mas, na verdade, essas cenas foram como coreografias. Quando chegamos ao set, já sabíamos exatamente o que estávamos fazendo. Eu sabia exatamente até onde ele colocaria a mão e em que momento isso aconteceria. Tivemos seis semanas de preparação antes das gravações, e, por isso mesmo, muito tempo para nos conhecermos.

Como você descreveria Daphne?
É uma mulher empoderada dentro do período regencial da Inglaterra. Há um olhar feminino ao longo da história, que explora sexualidade e medos comuns ao gênero. Há também um olhar sobre as relações íntimas durante toda a série, mas tudo isso é para contar a história de uma menina que cresceu e está descobrindo sua sexualidade.

Phoebe Dynevor Phoebe Dynevor vive Daphne, uma heroína romântica como poucas / Liam Daniel/Netflix
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